Jesus e sua Escola Superior

25 mar

Jesus teve doze alunos (discípulos ou coordenadores de cursos?) aos quais ministrava verdadeiras aulas de sabedoria (professantes, religiosas, é verdade) que originou o Novo Testamento. 

Para sua escola não pediu licença nem autorização de funcionamento, muito menos teve de submeter-se a reconhecimento e renovação de reconhecimento, credenciamento e recredenciamento. Falar em avaliação das propostas programáticas/conteudísticas, então, nem se falava. Uma heresia ao Reitor Jesus.

O nascimento de Jesus deu origem à estrela de Natal, sob os céus de Belém, sem os adereços de marketing que existem hoje, é claro.

Acorrendo à manjedoura pobre, os três reis magos – Melchior (também chamado Melquior ou Belchior), Baltasar e Gaspar – não seriam reis mas sim, talvez, sacerdotes da religião zoroástrica da Pérsia, ou conselheiros. Ou seriam membros de uma comissão de avaliação? Fala-se em três pela variedade de presentes oferecidos ao nascituro. Não há relatos bíblicos sobre o nome dos magos.

A riqueza comunicacional era tanta, um acervo magnífico de cognições, mesmo sem cadernos e lápis, livros, lousas, giz, gravadores / registradores do que era dito, que depois que Gutenberg imprimiu sua primeira versão da Bíblia, sem direitos autorais para ninguém, o mundo “aprendeu” muito, muito mais do que hoje.

Também não existiam, é claro, iPads, notebooks, smartphones, TV a cabo, satélites, iPhone e demais que causaram todo esse rebuliço tecnológico de hoje. Sequer uma câmera fotográfica para registrar o nascimento ou a última ceia ou uma máquina Remington de datilografia para se lavrar a ata dessa ceia/reunião.

Natal ou Dia de Natal é um feriado e festival religioso cristão comemorado anualmente em 25 de dezembro (nos países eslavos e ortodoxos cujos calendários eram baseados no calendário juliano, o Natal é comemorado no dia 7 de janeiro). A data é o centro das festas de fim de ano, sendo, no cristianismo, o marco inicial do Ciclo do Natal, que dura doze dias.

Originalmente destinada a celebrar o nascimento anual do Deus Sol no solstício de inverno (natalis invicti Solis), a festividade foi ressignificada pela Igreja Católica no século III para estimular a conversão dos povos pagãos sob o domínio do Império Romano e então passou a comemorar o nascimento de Jesus de Nazaré.

Embora tradicionalmente seja um dia santificado cristão, o Natal é amplamente comemorado por muitos não cristãos, sendo que alguns de seus costumes populares e temas comemorativos têm origens pré-cristãs ou seculares.

Costumes populares modernos, típicos do feriado, incluem a troca de presentes e cartões, a Ceia de Natal, músicas natalinas, festas de igreja, uma refeição especial e a exibição de decorações diferentes; incluindo as árvores de Natal, pisca-piscas e guirlandas, visco, presépios e ílex. Além disso, o Papai Noel é uma figura mitológica popular em muitos países, associada com os presentes para crianças.

Como a troca de presentes e muitos outros aspectos da festa de Natal envolvem um aumento da atividade econômica, entre cristãos e não cristãos, a festa tornou-se um acontecimento significativo e um período-chave de vendas para os varejistas e para as empresas. O impacto econômico da comemoração é um fator que tem crescido de forma constante ao longo dos últimos séculos em muitas regiões do mundo.

Até aqui quis presentear meus leitores semanais com algo leve, saboroso, de um aroma atraente, para desfrutarem como um delicioso “sonho”, com bastante creme bechamel, ao redor muito açúcar e canela. Aqueles Golias que se contrapõem aos Davis, bolinhos de chuva que toda mãe é master-chef.